Fiquei mu
Blog destinado a discussões, opiniões, fatos, notícias e informações interessantes sobre educação no Brasil e no mundo. "Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina". (Cora Coralina) "Dedicado ao curso de Pedagogia da UNICOC/SP"
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Bienal 2010 - São Paulo
Fiquei mu
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Exposição "Epidemik" (SP)
Exposição "Escavando o Passado - Arqueologia na Cidade de São Paulo"
Curso "Transtornos que prejudicam a aprendizagem"
Semana da Educação 2010
Os maiores e mais respeitados especialistas da Educação reunidos para reflexão e incentivo pela melhoria da educação no Brasil. As discussões com especialistas, educadores e demais responsáveis pelo processo educacional girarão em torno de temas como leitura, escrita, o ensino de matemática e gestão escolar.
O evento é uma realização da Fundação Victor Civita em parceria com o apoio institucional do Sesc Vila Mariana e tem como patrocínio Editora Saraiva, Editora Ática e Editora Scipione
Data: de 19 a 21 de outubro de 2010
Horário: das 9 às 18 horas
Local: SESCSP Vila Mariana
Rua Pelotas, 141 - São Paulo, SP
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Centro de Altos Estudos da Consciênciologia
Conscienciologia: A Ciência da Consciência | A Conscienciologia é o termo que foi proposto publicamente em 1981 pelo médico e pesquisador brasileiro Waldo Vieira para definir a nova ciência dedicada ao estudo da consciência, que, dentre outros termos, é aquilo o que se denomina por ego, alma, espírito, essência, eu, individualidade, personalidade, pessoa, self, ser ou sujeito. Para Vieira, a Conscienciologia parte do princípio de que a manifestação da consciência vai além do cérebro físico e que é independente do corpo humano. Portanto, a Conscienciologia propõe o estudo da consciência através de uma abordagem integral, considerando o holossoma, a multidimensionalidade, as bioenergias e a possibilidade da consciência se projetar para fora do corpo humano de maneira autoconsciente. O holossoma é o conjunto dos quatro veículos de manifestação (corpos) usados pela consciência para se manifestar: o soma (corpo físico), o energossoma (corpo energético, duplo etérico, corpo bioplásmico), o psicossoma (corpo astral) e o mentalsoma (corpo mental). O corpo físico seria extinto com a morte física, após a qual a consciência se manifestaria exclusivamente em dimensões extrafísicas empregando seus demais corpos até que, por forças naturais ou não, ela volte a constituir um novo corpo físico (reencarnação). A consciência teria, portanto, um aspecto multiexistencial. A natureza multidimensional da consciência, fica evidenciada durante o fenômeno da experiência fora do corpo (projeção da consciência) quando ela pode se manifestar de forma lúcida em outras dimensões de espaço-tempo além da dimensão física que conhecemos, empregando os corpos não físicos que constituem o seu holossoma. Além de estar sujeita as forças básicas da natureza, a consciência também interage por meio de bioenergias (energia vital, prana, orgonio, chi) com outras consciências, com outros seres vivos, com o ambiente. Por meio das bioenergias a consciência interfere e sofre interferências do meio. A consciência seria intimamente regida por uma ética maior que permeia todo o universo, denominada cosmoética. A cosmoética não se limitaria aos conceitos de "certo" e "errado". Ela é orientada pela evolução da consciência, em qualquer dimensão de manifestação. Assim, não se pergunta se uma idéia ou ação é certa, mas se é a favor da evolução das consciências. Segundo Vieira, o estudo da Conscienciologia com base nesses pressupostos constitui um paradigma consciencial, um novo modelo de idéias, distinto, portanto, do paradigma adotado pelas ciências tradicionais. Ainda segundo o autor, o escopo da Conscienciologia é o estudo da consciência do vírus (a forma mais simples de consciência) ao Serenão, a consciência mais evoluída existente em nosso planeta. |
segunda-feira, 15 de março de 2010
Oficinas Pedagógicas FOCO (SP)
Quando: 20 de março de 2010
Onde: Rua Valdemar Martins, 148, Casa Verde – São Paulo / SP
Informações: (11) 2236-1425 / (11) 2236-1458 / carolina@projetovida.com.br
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Educação para todos - Portugal
A Campanha Global pela Educação (Global Campaign for Education - GCE) é uma coligação internacional de organizações da sociedade civil e ONGs, de sindicatos do mundo educativo, centros escolares e movimentos sociais diversificados, comprometidos com o Direito à Educação.quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Sotaques do Brasil
Como surgiram os diferentes sotaques do Brasil?
A diversidade de povos e idiomas contribuiu diretamente para o modo peculiar de falar o português em cada região do país
Por: Renata Costa
O Brasil é abundante em riquezas naturais de todos os tipos e, também, em sotaques. Embora todos nós brasileiros compartilhemos o mesmo idioma, há diferença na maneira como o português é falado em cada região ou mesmo em cada estado do país. E o modo como as pessoas falam caracterizam os diferentes sotaques.
As origens dos sotaques brasileiros estão na colonização do país feita por vários povos em diferentes momentos históricos. O português, como se sabe, imperou sobre os outros idiomas que chegaram por aqui, mas sofreu influências do holandês, do espanhol, do alemão, do italiano, entre outros.
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Além disso, havia diferença no idioma português falado entre os colonizadores que chegavam aqui, vindos de várias regiões de Portugal e em distintas décadas. "Os portugueses vinham em ondas, em diferentes épocas. Por isso, o idioma trazido nunca foi uniforme", explica Ataliba Teixeira de Castilho, linguista e filólogo, consultor do Museu da Língua Portuguesa e professor da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp).
Os primeiros contatos linguísticos do português no Brasil foram com as línguas indígenas e africanas. A partir do século XIX, os imigrantes europeus e asiáticos temperaram essa base portuguesa, surgindo o atual conjunto de sotaques, diz o professor Ataliba.
É só reparar o sotaque e a região para lembrar os vários imigrantes que contribuíram para a história do país. No Sul, os alemães, italianos e outros povos vindos do leste europeu. No Rio Grande do Sul, acrescenta-se a estes a influência dos países de fronteira, de língua espanhola. São Paulo e sua grande comunidade italiana, misturada a pessoas vindas de várias partes do Brasil e do mundo; Pernambuco e os holandeses dos tempos de Mauricio de Nassau. Os exemplos são muitos e provam que os sotaques são parte da história da formação do país.
Por isso mesmo, não se pode dizer que haja um sotaque mais correto que outro. Quem acha que fala um português sem sotaque, em geral não se dá conta de que também tem o seu próprio, já que ele caracteriza a variação linguística regional, comum a qualquer língua, afirma o professor.
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Cursos Especialização para Pedagogos
ONDE? Rua Alfredo Mendes da Silva, nº 55. Morumbi - São Paulo/SP
Informações: http://www.vila.org.br/